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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

MATEMÁTICA – " O METRO"

            Antes, o homem era a medida de tudo. Foi quando surgiram a polegada, os pés, a jarda, etc. Só que o mundo foi crescendo, novas terras foram sendo conhecidas. E havia a necessidade de medidas para distâncias maiores. Então a própria Terra - e não mais o corpo humano - passou a ser referência. Surgiram a légua, a milha e o metro, que tinham como referência um meridiano terrestre (os meridianos são as circunferências imaginárias traçadas na superfície do globo, passando pelos dois pólos).
           Para se chegar à definição do metro, por exemplo, dividia-se um meridiano em quatro e essa quarta parte era dividida em 10 milhões de partes iguais. Cada uma dessas pequenas partes equivalia a 1 metro.
          Da mesma forma que acontece com o segundo, o metro também vem ganhando diversas definições ao longo dos séculos. Em 1799, o metro padrão passou a ser igual à distância entre duas linhas paralelas existentes num protótipo de platina, depositado nos Arquivos da França.
         Já em 1983, foi adotado outro padrão para se definir o metro. Desta vez a referência foi à velocidade de propagação da luz. Um metro ficou estipulado como sendo uma parte da distância percorrida pela luz em 1 segundo. Mais exatamente: 1 metro = 1/300.000.000 dessa distância.
         Antes de inventar a fita métrica, a trena e outros instrumentos para tirar medidas, o homem utilizava seu próprio corpo como referência. Foi daí que surgiram medidas como a polegada, o palmo, o pé, o passo, a jarda (tomando por base o comprimento de um braço estendido), a braça (os dois braços estendidos, como na cruz). Alguns desses padrões continuam sendo muito utilizados até hoje.
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